Brisas
São brisas de vento
Ao sabor de um amor
Aquecido pelas areias
Do mar irrequieto
São folhas soltas
No alerta ventoso
Por ruas esquecidas
Na serenidade do meu ser
O vento é cruel
No derrube de instituições
Quebradas pela tradição
Em tempos de verão.
São tempestades
Agoirentas e sequiosas
No derrube de árvores
Pelos tempos fora.
Pedro Valdoy
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